Quando pensamos em melhorar o sorriso, uma das dúvidas mais comuns é: devo optar por facetas em compósito ou em cerâmica?
A resposta não é universal, porque cada sorriso é único. E é precisamente aqui que a experiência clínica faz toda a diferença.
Ao longo dos anos, tenho trabalhado com ambas as técnicas de forma aprofundada, o que me permite avaliar com precisão qual a melhor solução para cada caso, sempre com base em critérios estéticos, funcionais e biológicos.
As facetas em compósito são uma excelente opção em situações mais conservadoras e imediatas. Permitem corrigir forma, pequenas assimetrias e alterações de cor de forma minimamente invasiva, muitas vezes numa única consulta. São ideais para quem procura uma solução mais acessível e reversível, mantendo ao máximo a estrutura natural do dente.
Por outro lado, as facetas em cerâmica destacam-se pela sua durabilidade, estabilidade de cor com um nível superior. São particularmente indicadas em casos onde se pretende um resultado mais duradouro, com maior resistência ao desgaste e à pigmentação ao longo dos anos.
Mas mais importante do que o material é a indicação correta.
Nem todos os sorrisos beneficiam da mesma abordagem. A escolha entre compósito e cerâmica deve considerar fatores como a oclusão, hábitos do paciente, qualidade do esmalte, expectativas estéticas e longevidade desejada. Uma decisão mal indicada pode comprometer não só o resultado estético, mas também a saúde oral a longo prazo.
É por isso que, na nossa abordagem, não existem soluções padrão. Existe diagnóstico, planeamento e personalização.
Mais do que executar técnicas, o nosso papel é orientar com segurança e transparência, escolhendo aquilo que realmente faz sentido para si.
Porque o melhor tratamento não é o mais conhecido.
É o mais indicado para o seu caso.

